MAIS SOBRE A PALESTRA ESPECIAL DECIFRANDO O SÍMBOLO PERDIDO
Oprotunidade única! Venha descobrir mais sobre o universo do novo livro de Dan Brown e adquirir o primeiro e único guia nacional sobre o assunto! Dia 18 de dezembro, sexta-feira, a partir das sete da noite, na livraria Martins Fontes, Avenida Paulista, 509. Entrada gratuita!
PARA SABER MAIS CLIQUE NA FIGURA.
PALESTRA ESPECIAL – DECIFRANDO O SÍMBOLO PERDIDO
O ano de 2009 acaba com mais um lançamento de minha parte. Desta vez não tive como escapar e o tema não podia ser outro: sociedades secretas. Mais específicamente o novo livro de Dan Brown, O SÍMBOLO PERDIDO, e as ramificações com a Maçonaria. Assim vem a público este meu guia para o livro, batizado de DECIFRANDO O SÍMBOLO PERDIDO, pela nova editora, Bibliomania. Mais abaixo vocês verão os assuntos nele enfocados.
O importante é convidar todos a darem um pulo na LIVRARIA MARTINS FONTES da AVENIDA PAULISTA na próxima sexta-feira, dia 18 de dezembro, a partir das 19h00. Teremos um pequeno bate-papo sobre o livro de Dan Brown e uma apresentação sobre Maçonaria e meu guia, que estará sendo lançado no mesmo dia. Venha conhecer os meandros da nova trama de Brown e saber o que é fato e ficção nessa obra que já bateu alguns recordes de vendas. E venha prestigiar este que é o primeiro guia do livro escrito e editado no país.
Data: 18/12 – sexta-feira
Local: Av. Paulista, 509 – Cerqueira César – Tel.: 2167-9900
Horário: das 19h às 21h30
Livro:Decifrando o Símbolo Perdido
Autor: Sérgio Pereira Couto
Editora: Bibliomania
LANÇAMENTO – DECIFRANDO O SÍMBOLO PERDIDO
Prometi que assim que desse falaria para vocês sobre meu guia que aborda o romance de Dan Brown. Bem, promessa cumprida. Aqui está ele!
E se você quiser conhecer mais sobre o assunto, não perca a palestra que marcará o lançamento do livro na próxima sexta-feira, 18 de dezembro, na livraria Martins Fontes, Avenida Paulista 509, telefone 2167-9900. A partir das sete da noite.
CONHEÇA OS MISTÉRIOS DO BEST SELLER DE DAN BROWN EM DECIFRANDO O SÍMBOLO PERDIDO
O nome Dan Brown dispensa apresentações. Seu polêmico livro, O Código da Vinci, vendeu até agora mais de 70 milhões de cópias no mundo todo e fez com que o autor norte-americano tivesse não apenas esse livro, mas também seus outros três anteriores (Ponto de Impacto, Fortaleza Digital e Anjos e Demônios, a primeira aventura de Robert Langon) constassem na lista dos mais vendidos do The New York Times.
Assim, é natural a curiosidade para saber como seria a sequência de sua obra transformada em filme com Tom Hanks no papel principal em 2006.
Depois de anos de espera o mundo conheceu em 2009 o quinto livro, O Símbolo Perdido. Lançado em inglês em setembro, o novo volume ganhou uma tiragem de cinco milhões de exemplares e vendeu um milhão de cópias apenas nos Estados Unidos e Canadá. Desta vez a sociedade secreta enfocada é uma velha conhecida das pessoas, a Franco-Maçonaria.
E logo as questões começaram: o quanto de verdade há na nova aventura do simbologista Robert Langon? Os fóruns de Internet e os fãs começaram um movimento quase simultâneo em busca dos detalhes que confirmariam ou não suas suspeitas. Afinal, os maçons ainda são tão poderosos como afirma a trama? O quanto da capital dos Estados Unidos realmente teve influência maçônica?
Este lançamento, da Editora Bibliomania, traz para você essas e outras explicações. Escrito por um dos nomes nacionais mais conhecidos na pesquisa com sociedades secretas e organizador do I Ciclo de Palestras Sociedades Secretas, este livro, escrito em linguagem simples e acessível a qualquer um, visa esclarecer ao público algumas questões levantadas pelos próprios fãs de Brown, como:
- Robert Langdon é maçom?
- Quem foi o mago Aleister Crowley que serviu de inspiração para que o autor criasse o vilão Mal´akh?
- Há relação entre as pirâmides, a Maçonaria e a cidade de Washington?
- Como funcionam a CIA, a NSA e o FBI?
- Qual o motivo oculto do sucesso de Dan Brown?
- Quais são essas organizações tão poderosas que criam um governo paralelo?
- Templários, Rosacruzes e Illuminati ainda atuam hoje em dia?
Conheça mais sobre os lugares, pessoas, fatos e referências que fazem parte da trama do novo livro de Dan Brown. Mais do que uma obra que faz uma crítica literária, DECIFRANDO O SÍMBOLO PERDIDO é um verdadeiro guia aos meandros da trama de Dan Brown. Uma obra imprescindível para qualquer fã ou interessado no submundo das sociedades secretas.
RESULTADO DA PROMOÇÃO HELP A LENDA DE UM BEATLEMANÌACO
O pessoal da blogosfera ajudou e muitas comunidades em Orkut e outros meios também contribuíram. Os emails chegaram e foram muitos. Curiosamente todos respondiam que o beatle caído na capa de meu livro era, pela ordem, o John Lennon (que foi assassinado a tiros e cuja morte foi lembrada ontem, oito de dezembro), o Ringo (que nem mesmo morto está) e até o George, que morreu de maneira natural.
A resposta era simpels. Mesmo quem não conhecia bastava conferir a foto do álbum HELP!, de 1965. O beatle caído é Paul McCartney que, segundo a lenda urbana mais conhecida do rock (e que expliquei em detalhes no meu livro de pesqusia SEGREDOS E LENDAS DO ROCK), teria sido o primeiro beatle a morrer e que, quando do lançamento do álbum SGT. PEPPER´S LONELY HEARTS CLUB BAND, teria sido substituído por um sósia chamado Billy Shears.
Assim quem levou os dois livros autografados foram CLAUDINEI CORREA JÚNIOR e RODRIGO ANTUNES. Parabéns aos contemplados que provaram serem verdadeiros beatlemaníacos.
HELP A LENDA DE UM BEATLEMANÍACO NA MÍDIA
HELP – A LENDA DE UM BEATLEMANÍACO, meu novo romance aos poucos começa a aparecer na mídia. Além do marketing viral, feito por meio da ajuda da blogosfera e de emails enviados para públicos específicos, o livro começou a ganhar destaque em programas de tv, rádio e até de revistas.
O lançamento aconteceu ontem, dia 8 de dezembro, aniversário da morte de John Lennon, na Livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista. Teve a presença da banda cover The Beatles Alive, que foram alvo de uma brincadeira improvisada, uma coletiva. Caracterizados de Sgt. Pepper´s, os quatro integrantes tiveram que responder trivias e pergunats do público. Depois foi a vez de exibir no telão o book trailer, o show dos Beatles em 1966 e episódios do desenho animado da década de 1960.
Mas vamos ao que interessa. E comecemos esta primeira lista de aparições e clipping com um veículo que ajuda e muito a atividade de um escritor: o rádio.
Neste sábado, dia 12 de dezembro, o livro é destaque no programa Biblioteca Sonora, da Rádio USP FM. Eis o texto retirado da página do programa:
Um seria killer e os beatlemaníacos.

Sérgio Pereira Couto comenta aspectos do seu romance Help: a lenda de um beatlemaníaco. O autor construiu a sua narrativa a partir de um fato real, pois hoje os Beatles são figuras onipresentes em Liverpool, afinal eles são a grande atração turística da cidade. Lá você tem a impressão que o tempo parou. A partir dessa constatação, Sérgio Pereira Couto elaborou sua história. Ele imaginou um serial killer que odiava os Beatles e que sonhava com uma Liverpool moderna, livre do culto existente. Para isso o protagonista concebeu uma série de assassinatos de maneira a assustar os visitantes.
A produção é de Marcello Bittencourt, que desde 1984 atua na Rádio USP, onde produziu Vamos Ler, Debates Folha, Clip Cultura, Esta É a Universidade de São Paulo e Concerto de Rock, além de um sem número de especiais. Quem não tiver como acompanhar o programa pelo rádio pode acessar via Internet na página http://www.radio.usp.br/programa.php?id=2&edicao=091212
Outro veículo que dá destaque para o livro é a revista Roadie Crew, especializada em Heavy Metal e Classic Rock. Em nota de meia página o livro é descrito e apresentado ao público roqueiro como uma opção de leitura que, com certeza, tem tudo para agradar os rockers mais exigentes. A edição é a de número 131, com Andre Matos na capa.
A repercussão do lançamento do livro já chegou aos ouvidos de outros veículos, como o Jornal da Manhã, de Marília. A matéria, assinada pro Lídia Basoli, uma fã confessa dos Beatles, fala sobre o livro e o apresenta para uma turma fora da cidade de São Paulo.
Por fim vale lembrar que o programa Perfil Literário, da rádio Unesp, fará uma nova entrevista comigo por conta do livro. Em breve postarei mais sobre o assunto.
Vamos em frente. E sempre BEATLES 4 EVER!
LEITURAS DA HISTÓRIA #24 – MINHA ESTRÉIA COMO EDITOR
A partir do número 24 da revista Leituras da História torno-me também o editor da revista. Assim, além de me preocupar com os artigos que produzo regularmente para o veículo, também responderei pelo material dos demais colaboradores. O que não é uma tarefa fácil de lidar, afinal ser editor não é brinquedo.
Nesta primeira edição nem tive muito o que fazer como repórter, asism me preocupei em editar o material que já havia sido selecionado. Há artigos muito interessantes, sendo que o mais sui generis é o que ensina os leitores como ler hieróglifos. Calma, tratam-se de noções básicas, ninguém vai sair por aí lendo os textos das pirâmides, por exemplo. Porém ninguém vai ver as linhas egípcias da mesma maneira.
No meu novo blog A HISTÓRIA SECRETA postarei trechos de alguns desses artigos para que os interessados conheçam e adquiram a revista. Por aqui fica apenas a relação e descrição de alguns deles:
MATÉRIA DE CAPA - Como ler hieróglifos: a antiga escrita dos faraós é apresentada neste artigo que explica os conceitos básicos desta que é uma das mais fascinantes formas de comunicação do mundo.
REPORTAGENS -
Henrique VIII – A vida do regente britânico mais polêmico da história, seus casos amorosos, sua relação e rompimento com a igreja Católica e seu legado para a Grã-Bretanha.
Outros ventos ao leste – Em memória ao conflito mais sangrento do século XX, uma análise do papel da União Soviética e do Japão nos fatos que marcaram a segunda grande guerra
Política e Cultura na Cuba pós-revolução – Ao utilizar dois veículos de comunicação cubanos como fontes de pesquisa, o suplemento el Caimán Barbudo e a editora el Puente, a historiadora resgata a memória de um período de repressão e agitação cultural nos primeiros anos do governo de Fidel Castro
Usina Angiquinho – Conheça o projeto histórico de Delmiro Gouveia, pioneiro no campo da hidroeletricidade em pleno sertão nordestino, um marco de 1914.
Conheça este e outros assuntos na nova edição, já nas bancas!
NOVIDADES NO LANÇAMENTO DE HELP A LENDA DE UM BEATLEMANÍACO
PESSOAL:
O EVENTO CONTARÁ AGORA COM A PARTICIPAÇÃO DA BANDA THE BEATLES ALIVE, QUE ESTARÁ CARACTERIZADA. NÃO PERCAM O LANÇAMENTO QUE ACONTECE DIA 8 DE DEZEMBRO, TERÇA-FEIRA, A PARTIR DAS 19H30, NA SARAIVA DO SHOPPING PÁTIO PAULISTA.
COM TRIBUTO A JOHN LENNON E VÍDEOS INÉDITOS, INCLUINDO O TRAILER BOOK, QUE SERÁ APRESENTADO NA 1a MOSTRA DE TRAILER BOOKS NESTE SÁBADO (5/12) NA LIVRARIA CULTURA DO SHOPPING MARKET PLACE.
CONTO COM A PRESENÇA DE TODOS.
CRÍTICA – O SÍMBOLO PERDIDO
Como prometi em post anterior, devo uma crítica (ou seria uma análise?) do novo livro do Dan Brown. E não tenho como escapar disto, já que muita gente que me encontra pessoalmente pergunta sobre o que eu achei do dito cujo.
Depois de terminar a leitura do romance e escrever mais um daqueles eternos guias para as referências usadas por ele (aguardem maiores detalhes sobre isso em breve), já me encontro na posição de finalmente dar um aparte sobre o livro.
Tentarei ser o mais delicado possível, já que, para muitos, o fato da obra ter vendido um milhão de exemplares apenas quando de seu lançamento americano, no dia 25 de setembro passado, é o principal. Bom, para mim pelo menos não é. O que vale é encarar a obra e analisar seus pontos positivos e negativos para, depois emitir um parecer. Um livro, para ser bom, não precisa necessariamente vender milhões de cópias. E o público, em geral, parece que ainda não se acostumou a esse fato.
Para nós, que também somos escritores, escutar falar em vendas nem sempre é gratificante, já que as editoras continuam teimando em dar mais espaço para o produto importado do que para o nacional. Muita coisa se justifica: o fato de serem obras cujo retorno financeiro é maior e mais rápido, por exemplo. Dificilmente alguém por aqui (nem mesmo o Paulo Coelho) consegue alcançar um nível desses. E Dan Brown tem um excelente grupo de “marketeiros” por trás dele. Grande parte da venda se deve ao fato de que as editoras que o representam vendem O Símbolo Perdido como uma continuação de O Código da Vinci, coisa que está longe de ser, já que se trata de uma aventura independente com apenas o simbologista Robert Langon reaparecendo.
Os pontos positivos devem ser apontados com bastante cautela. De fato a história é totalmente independente, então quem não leu o livro anterior pode ler este sem problema algum. Os maçons, a sociedade secreta que é foco da trama, é retratada mais sombria do que a versão que conhecemos no dia-a-dia. E o aspecto “guia turístico” continua, o que deve fazer a festa de milhares de profissionais que atuam em Washington DC.
Porém os pontos positivos acabam aqui. A trama é mais cheia de furos que um queijo suíço. Algumas informações são difíceis de engolir. Não dá para colocar tudo aqui, pois posso estragar a leitura das pessoas. Mas posso afirmar que a sensação de dejá vu é muito grande, principalmente em relação ao vilão Mal´akh, cuja descrição é incrivelmente semelhante à do assassino serial Francis Dollarhyde, do livro e filme Dragão Vermelho, uma das aventuras do dr. Hannibal Lecter, o vilão famoso na pele do ator Anthony Hopkins.
Outras coisas são complicadas de engolir. Líquido respirável? Pelo menos Brown teve a decência de admitir que retirou isso do filme O Segredo do Abismo, de James Cameron. Mas não dá para imaginar um porão do Capitólio sendo usado como uma Câmara de Reflexão (algo que deveria estar apenas em templos maçônicos e sobre a qual cansei de falar em meus livros de pesquisa sobre o assunto). Seria o mesmo que noticiar terem descoberto algo semelhante em Brasília: seria um choque mas mais pareceria uma lenda do que algo verdadeiro.
E a tal Ciência Noética? Bem, ela de fato existe. O trecho abaixo é do meu próprio guia, que logo deverá ganhar as livrarias:
Também chamada de teoria noética, tem seu nome derivado do termo grego νοητικός (mental) e é um ramo da filosofia metafísica que se preocupa com o estudo da mente e da intuição. Entre as coisas que Katherine estudou estão experimentos com o peso da alma (similar ao conceito apresentado no filme 21 Gramas) e com as capacidades curativas de curandeiros e xamãs. Brown fala que esses experimentos chegam a comparar a atuação desses religiosos com a de Jesus na confecção de Seus milagres.
Pode parecer, à primeira vista, algo meio maluco. Afinal, medir cientificamente um fenômeno paranormal, por assim dizer, não parece ser uma aplicação útil para um laboratório físico. Mas, como o autor lembra durante a trama, mesmo historicamente falando, houve períodos como o da Guerra Fria (1945-1991) em que a própria União Soviética fez experimentos com as capacidades sobrenaturais de videntes e psíquicos para medir e aperfeiçoar suas capacidades para serem usadas como recurso de espionagem.
Porém a ciência noética não estuda apenas a intuição em si. Ela também se concentra na relação que essas manifestações tem como “divino intelecto” (mais conhecido informalmente por Deus). Entre seus propósitos principais estão o estudo de meios não-convencionais de conhecimento e como se relacionam com a razão. Trocando em miúdos, a noética estuda a relação entre as intuições humana e divina. É por isso que está muito próxima à metafísica. Na tradição ocidental está fortemente ligada à filosofia árabe e influenciada por filósofos como Anaxágoras, Platão e Aristóteles.
Em dicionários modernos, o termo “noético” é geralmente definido como “intelecto”, enquanto “noese” é traduzido como “captação do objeto pela consciência na operação do pensamento”. O próprio dicionário Howaiss define noético como “que pertence ao intelecto, à mente; racional” ou ainda “que se caracteriza pela atividade intelectual”. Essa prática vem de teólogos medievais e filósofos que usavam a palavra latina “intellectus” num sentido que, para nós, hoje, seria “intuição”.
O Pai da Noética
O leitor pode perguntar a si mesmo “afinal, quem criou a ciência noética?” Outros já se interessariam em saber o porque de criar essa modalidade. Para entendermos isso precisamos nos concentrar na figura central que trouxe os conceitos dessa ciência e que curiosamente não é citado por Brown.
Isso porque não se trata de nenhum guru esotérico, mas sim de um comprovado homem científico: o astronauta norte-americano Edgar Mitchell, que participou da missão da Apollo 14 e foi o sexto homem a pisar na Lua. Nascido em setembro de 1930, Mitchell possui um currículum acima de qualquer suspeita: foi oficial da Marinha dos Estados Unidos, entre 1953 e 1972, e entrou para a NASA em 1966. Sua viagem para a Lua, realizada naquele mesmo ano junto com Alan Shepard e Stuart Roosa, foi seu único vôo espacial. Uma vez lá ele e Shepard puderam explorar a região lunar de Fra Mauro, o objetivo que deveria ter sido cumprido pela missão anterior, a famosa Apollo 13 (que foi retratada no filme de mesmo nome), que não pousou devido a um acidente com a nave no espaço.
O começo da noética foi, como era de se esperar, no espaço. Foi lá, durante a missão, que Mitchell teve uma experiência espiritual que mudou seu pensamento e a maneira como encara a vida. Segundo suas declarações para a imprensa em diversas ocasiões diferentes, ele afirma que “olhando para o espaço, tive um sentimento de estar profundamente conectado com tudo”. Quando voltou para a Terra, fundou o Instituto para Ciências Noéticas, que tem como objetivo declarado “promover o estudo e prática da ciência de um ponto de vista cósmico”.
Mitchell diz que cientistas e místicos tem o mesmo objetivo, que é entender a galáxia onde vivemos. Sobre isso, declarou que a diferença entre os dois é clara: “os místicos têm feito isso há milênios e os cientistas são novatos”.
Em entrevista coletiva, publicada cerca de quatro anos atrás, ele citou Descartes como o filósofo responsável pela profunda influência do pensamento dualista na sociedade ocidental, já que foi reconhecidamente o primeiro homem científico que defendeu a teoria de que razão e espírito estavam separados.
Vamos dar uma olhada em alguns trechos de sua entrevista, publicados originalmente pela então revista esotérica nacional Planeta, para entendermos melhor o conceito da Noética:
Sobre a afirmação de que a física quântica explica a espiritualidade:
“De acordo com a teoria quântica, existe o não-lugar. Este não-lugar não se baseia somente em partículas, mas numa onipresença. O não-lugar está em toda a parte. Os estudos do holograma quântico estão levando a ciência a afirmar basicamente isso. A manifestação que não é local, do aqui e agora, é um não-lugar, está em toda a parte. Os místicos já vinham dizendo isso há muito tempo, e a ciência só agora está chegando a essa conclusão”.
Sobre o conceito de que a consciência cria a realidade, colocado na obra de Brown:
“Existem duas escolas filosóficas. Uma que afirma que a matéria é a realidade absoluta e a outra que diz que a consciência é a realidade absoluta. O que nos parece agora é que nenhuma das duas está inteiramente correta. As duas coisas evoluem ao mesmo tempo, simultaneamente. E antes da matéria e da consciência o que existe é o que se chama de campo de quantum zero, que poderia ser chamado de Deus. Ou seja, o que não é criado. A partir disso surgem as duas realidades simultâneas, a matéria e a consciência. E evoluem juntas, interagindo. Sabemos agora que o universo vazio não está vazio. Existem flutuações quânticas em toda a parte, e em cada pequena partícula quântica existe energia suficiente para a criação de todo o universo”.
Sobre o por que a ciência querer entender a espiritualidade:
“A verdadeira procura é entender a realidade, da qual a espiritualidade é parte. Durante 400 anos acreditamos que eram coisas separadas, mas agora nossa ciência está mostrando que isso não é verdadeiro. Estamos trazendo de volta o que tínhamos erradamente pensado que era separado. Tentar entender a natureza da realidade é uma antiga busca da humanidade. Se você é um artista, deve conhecer o material que usa para pintar, e também tem que criar algo a partir disso. Se você apenas observa a arte, você não tem que entender nada sobre a tinta ou a tela. O que isto está nos dizendo, por mostrar que corpo, mente e espírito estão juntos, é que não somos apenas observadores da arte, nós somos os artistas. Então, precisamos entender tudo”.
Enfim, como disse anteriormente, isto não é bem uma crítica. Está mais para uma redação do tipo “por que não gostei do último livro de Dan Brown”. Com certeza não afetará as vendas monstruosas do livro. Porém estamos numa democracia e precisamos emitir uma opinião. E sinceramente, acho que se Brown usasse mais seu talento para fazer histórias curiosas e coerentes, iria longe como escritor. Infelizmente, O Símbolo Perdido se perde em sua própria história e se torna uma casca vazia que não diz a que veio. E durma-se com um barulho desses, causado pelas caixas registradoras das livrarias…
PROMOÇÃO HELP A LENDA DE UM BEATLEMANÍACO
Vamos te dar um “HELP” para você ganhar o livro “HELP – A LENDA DE UM BEATLEMANIACO” do autor SERGIO PEREIRA COUTO
Basta você dizer qual é o nome do Beatle que está caído na capa do livro!
Envie a resposta para o e-mail spereirac2@gmail.com com o nome do assunto “promoção Help”.
Se você acertar, você estará concorrendo a um livro “HELP – A LENDA DE UM BEATLEMANIACO”
Duas pessoas serão sorteadas!
Seja rápido! A promoção só vai até o dia 7 de dezembro de 2009.
No dia 9 informaremos o nome do vencedor!
Participe!








