Publicado por spereirac em Julho 3, 2009
Acabo de chegar da palestra de Rosacruz. Vale apenas observar uma coisa: é extremamente gratificante ver o interesse do público crescer a olhos vistos. Foi a palestra mais cheia do ciclo. E olha que já falei sobre Priorado de Sião, Illuminati e outros assuntos.
Mas foi algo muito bom poder perceber que as pessoas se interessam em conhecer o trabalho da gente. A platéia cada vez mais interessada, as pessoas começaram a aparecer mais vezes e todos com uam única coisa em comum: a admiração e a vontade de conhecer melhor o mundo das sociedades secretas.
E FIQUEM DE OLHO: DIA SEIS DE AGOSTO É A PRÓXIMA PALESTRA, SOBRE AS SOCIEDADES SECRETAS DE ALEISTER CROWLEY! MAIORES INFORMAÇÕES EM BREVE!
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Publicado por spereirac em Junho 29, 2009

Rainbow ao vivo em Munique em 1977
Este é mais que um projeto, na verdade é um super-evento. Algo que só poderia ser possível graças aos apoios recebidos, inclusive da distribuidora ST2, que permitiu que alguns vídeos históricos fossem projetados com exclusividade.
O Dia Mundial do Rock é em 13 de julho, que cai numa segunda-feira. Por isso a Livraria Cultura, uma das participantes, liberou o sábado anterior, dia 11 de julho, para que nós, amantes do bom e velho classic rock, possamos fazer a nossa festa. Por isso anote já em sua agenda e venha comemorar conosco este que será um dia incrível. Veja só o que a programação nos reserva:

A formação do Rainbow durante o show de Munique em 1977
14 hs – EXBIÇÃO DO SHOW DO RAINBOW EM MUNIQUE EM 1977
- A banda que Ritchie Blackmore montou ao sair do Deep Purple nos anos 1970 com o vocal mais conhecido de sua história, ninguém menos que Ronnie James Dio. O show de 1977 mostra o grupo em sua melhor forma e com a formação do álbum clássico Long Live Rock´n´Roll, que contava ainda com o baterista Cozy Powell. Haverá ainda a apresentação das biografias de Ritchie Blackmore e de Ronnie Janes Dio e então começará a exibição de algumas das faixas que fazem parte do vídeo:
1. Kill the King
2. Mistreated
3. Sixteenth Century Greensleeves
4. Catch the Rainbow
5. Long Live Rock ‘N’ Roll
6. Man on the Silver Mountain
7. Still I’m Sad
8. Do You Close Your Eyes
Formação da banda neste show:
Ritchie Blackmore – guitarra
Ronnie James DIO – vocais
Cozy Powell – bateria
Bob Daisley – baixo
Dave Stone – teclado

O álbum de 1987 Documen, da banda REM
15 hs – PALESTRA ESPECIAL – A HISTÓRIA DAS MAIORES CAPAS DO ROCK – Apresentada por mim, Sérgio Pereira Couto, autor do livro SEGREDOS E LENDAS DO ROCK, que será o tema da segunda palestra do dia. Aqui a platéia conhecerá a história por trás de algumas das capas mais famosas do rock, algumas delas ainda hoje tidas como símbolos de suas respectivas eras.
Conheça as histórias de álbuns como:
01) The Rolling Stones – Let It Bleed
02) The Beatles – Let It Be
03) AC/DC – For Those About to Rock
04) REM – Document
05) Ramones – Rocket to Russia
06) Cream – Fresh Cream
07) Queen – Queen II
08) The Velvet Underground and Nico
09) Pink Floyd – The Dark Side of The Moon
10) Big Brother and the Holding Company
11) The Beatles – Rubber Soul
12) Metallica -Kill ´em All
13) U2 – War
14) Talking Heads – Remain in Light
15) Derek and the Dominoes – Layla and Other Assorted Love Songs
16) Black Sabbath – Sabbath Bloody Sabbath
17) The Clash – Combat Rock
18) The Beatles – Abbey Road
19) The Doors – Waiting For The Sun
20) Peter Frampton – Frampton Comes Alive
TODOS OS ÁLBUNS CITADOS ESTARÃO À VENDA NO DIA EM EDIÇÕES DE VINIL IMPORTADAS E EXCLUSIVAS PARA COLECIONADORES.

Uma das muitas capas do vídeo
16hs – Atividade com o público: VOCÊ CONHECE O LADO OCULTO DE OZ? – Exibição de trechos do documentário CLASSIC ALBUNS – THE DARK SIDE OF THE MOON e do Vídeo sincronizado de O Mágico de Oz com o álbum do Pink Floyd. A sincronia será apresentada em telão para o público pela primeira vez, então é uma chance de conhecer este antigo mito. Os partipantes que se inscreverem para a atividade e encontrarem o maior número de sincronias ganham kits com camisetas, revistas em quadrinhos importados da DC/Vertigo e exemplares da revista Leituras da História, da Editora Escala. É a oportunidade perfeita para conhecer esta famosa lenda do rock e ver com seus próprios olhos como se faz a sincronia. E ainda: conheça as outras sincronias de filmes e álbuns famosos do rock que provam que o que aconteceu com este vídeo pode ter sido apenas uma das muitas coincidências dentro da história do rock. Ou não? Venha descobrir e ainda levar seus prêmios.
17 hs – PALESTRA ESPECIAL – SEGREDOS E LENDAS DO ROCK – Apresentado por mim, Sérgio Pereira Couto. Conheça as histórias por trás das alegações mais malucas do rock, como a língua de vaca de Gene Simmons, do Kiss; o assassinato testemunhado por Phil Collins descrito na canção In The Air Tonight; A identificação de Ace Freeley, do Kiss, com Jim Morrison, dos Doors; o pacto de John Lennon com o diabo pelo sucesso dos Beatles; o envolvimento de Steve Nicks, do Fleetwood Mac, com magia negra; a ligação entre o assassino Charles Manson e o grupo The Monkees; Alice Cooper e a origem verdadeira do nome da banda, tirada de uma mensagem recebida numa tábua ouija; a adoração de Jimmy Page, do Led Zeppelin, pelo mago Aleister Crowley; e a lenda do envolvimento do Van Hallen com M&M´s (acredite se quiser).
MARQUE EM SUA AGENDA E NÃO SE ESQUEÇA: 11 DE JULHO SERÁ O DIA EM QUE A HISTÓRIA DO ROCK FARÁ HISTÓRIA. Este post será reapresentado frequentemente até chegar a data do evento.
Sábado, 11 de julho às 14h
Tema: SEGREDOS E LENDAS DO ROCK – DIA MUNDIAL DO ROCK
Local: Livraria Cultura Bourbon Shopping Pompéia – Rua Turiassú, 2100 – São Paulo/SP
Página do evento no site da Livraria Cultura:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/eventos/resenha.asp?nevento=4472&local=&tipoEvento=palestra&sid=12718113311522698022788581&k5=12E1E8FD&uid=
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Publicado por spereirac em Junho 29, 2009

Quadro pode chegar a valer milhões de dólares com descoberta
Da BBC Brasil
Um quadro que estava exposto há 43 anos em um museu de Melbourne, na Austrália, foi identificado como sendo provavelmente o único retrato de Lucrécia Borgia, uma das mulheres mais famosas da história.
Se a descoberta for confirmada, a pintura, que havia sido adquirida em Londres pela Galeria Nacional de Victoria por cerca de US$ 12 mil, hoje pode valer milhões.
Até 2004, o quadro tinha autoria e data desconhecidas – sabia-se apenas que se chamava Retrato de um Jovem e que vinha da Itália. Mas uma análise meticulosa permitiu aos especialistas concluir que ele foi realizado pelo artista renascentista Dosso Dossi entre 1515 e 1520.
Com base nesta informação, os especialistas começaram a questionar se o objeto do retrato seria mesmo um jovem rapaz, apesar de ser mostrado segurando uma adaga – algo que só era visto em pinturas com homens.
Mas pouco depois, os historiadores concluíram que outros elementos do quadro, como o fundo de murta e flores, e uma inscrição em latim, faziam referência à deusa Vênus e a temas usados em retratos de mulheres.
Coincidências
A conclusão de que poderia se tratar de Lucrécia Borgia veio desses componentes do quadro – a adaga seria uma referência simbólica a outra Lucrécia, heroína da Roma antiga, e Vênus era usada no emblema da família Borgia -, além de algumas coincidências históricas.
Dosso Dossi vivia na cidade de Ferrara na mesma época em que Lucrécia Borgia, cujo terceiro marido veio a se tornar Duque de Ferrara. Além disso, poucas mulheres nobres tinham o privilégio de ser objeto de uma pintura e apenas alguém muito especial poderia ser colocada no mesmo plano que uma deusa e uma heroína romana.
O homem por trás da descoberta na Austrália, Carl Villis, explicou ainda que o quadro é o único que traz referências diretas e pessoais a Lucrécia Borgia.
“Até agora, a única imagem confiável que se tinha dela era um perfil em uma medalha de bronze datada de 1502. Os traços da mulher no nosso quadro são muito parecidos com os da pessoa retratada na medalha”, afirmou.
‘Mulher fatal’
Lucrécia Borgia foi a mulher mais famosa da época do Renascimento na Itália.
Nascida em Roma em 1480, era filha ilegítima do Cardeal Rodrigo Borgia, que mais tarde se tornou o papa Alexandre 6º.
Seus dois primeiros casamentos foram arranjados – e desfeitos – pelo pai e pelo irmão César para satisfazer os interesses políticos e financeiros da família. A primeira união acabou sendo anulada e o segundo marido de Lucrécia teria sido assassinado pelo próprio César.
Boatos na época sugeriam que a família Borgia estava envolvida em vários crimes, além de viverem em relações de incesto e luxúria.
Apesar disso, Lucrécia se casou pela terceira vez com Alfoso d’Este, membro de uma influente família de Ferrara, e deixou Roma para sempre.
Ela morreu em 1519 de complicações do parto de seu oitavo filho.
A fama de mulher fatal, que tinha vários amantes e se desfazia deles envenenando-os, foi reforçada pela peça Lucrécia Borgia, do francês Victor Hugo, e pela ópera de mesmo nome do italiano Gaetano Donizetti, ambas de 1833.
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Publicado por spereirac em Junho 29, 2009

Obra traz imagem de Mona Lisa com tinta escorrendo pelo rosto
Da BBC Brasil.
O Museu do Louvre, em Paris, apresenta a exposição O Funeral da Mona Lisa, do artista contemporâneo franco-chinês Yan Pei-Ming.
A monumental obra cinza e branca, composta por cinco telas com cerca de 3m de altura, cada, e um total de 17m de comprimento, mostra a conhecida imagem da Mona Lisa com uma tinta escorrendo pelo seu rosto e corpo, como se ela estivesse chorando e também ferida na testa.
Ao lado da tela da Mona Lisa, que está no centro da obra, há paisagens sombrias, com crânios humanos espalhados.
Nas extremidades, o retrato do pai do artista, falecido recentemente, e do próprio Pei-Ming, que finge estar morto.
“Todos os pintores expostos no Louvre estão mortos e por isso fiz meu auto-retrato fingindo que estou morto. É uma alusão à vida e à morte”, diz o artista.
Crânios escaneados
Pei-Ming afirma que as paisagens em suas obras representam a continuidade do quadro da Mona Lisa e seriam uma maneira de “responder ao convite de seu sorriso enigmático”.
Ele conta que os crânios humanos que integram as paisagens da obra foram feitos a partir de imagens de crânios reais escaneados.
Segundo o artista, foi a popularidade do quadro de Leonardo Da Vinci na China que o inspirou.
“Na China, a Mona Lisa é a unica imagem da pintura antiga que é conhecida e por isso a conheço perfeitamente”, disse Pei-Ming, que vive na França desde 1980.
“Quando cheguei a Paris, fui imediatamente visitar o Louvre. Para todos os artistas, é o lugar mais misterioso, onde toda a História da Arte está reunida”.
Pei-Ming é famoso por seus imensos retratos de Mao Tse-Tung, de Buda e, mais recentemente, do presidente norte-americano Barack Obama e de seu rival republicano John McCain, durante a campanha eleitoral nos Estados Unidos.
A exposição O Funeral da Mona Lisa fica em cartaz até 19 de maio e faz parte da iniciativa do Museu do Louvre, adotada há alguns anos, de expor obras de artistas contemporâneos.
Em 2005, o artista brasileiro Tunga expôs uma instalação sob a famosa pirâmide que fica na entrada do museu.
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Publicado por spereirac em Junho 29, 2009

Estudo observou estalagmite na caverna de Wanxiang, China
Da BBC Brasil
O declínio de algumas das mais importantes dinastias imperiais da China antiga pode estar ligado a mudanças na intensidade das chuvas de monção, segundo estudo de cientistas americanos e chineses.
Os estudiosos estudaram 1,8 mil anos de sinais das monções asiáticas preservados em estalagmites da caverna de Wangxiang, na província de Gansu, noroeste da China.
Estalagmites são formadas por carbonato de cálcio, que se precipita a partir de águas subterrâneas que pingam do teto de cavernas.
Análises químicas de uma estalagmite de 118 milímetros de altura na caverna de Wangxiang mostraram a história de ciclos fortes e fracos nas chuvas de monção.
Segundo os pesquisadores, que publicaram a pesquisa na revista Science, períodos com chuvas de monção fracas – ou seja, períodos mais secos – coincidiram com o fim das dinastias Tang, Yuan e Ming.
Os cientistas da Universidade de Lanzhou e da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, especulam se um período de poucas chuvas levou a lavouras de arroz menos fartas, já que as chuvas de monção irrigam as lavouras que alimentam milhões de pessoas na Ásia, e a problemas como rebeliões.
A análise também mostrou que nos últimos 50 anos gases de efeito estufa e aerossóis tiveram forte impacto nas chuvas de monção.
Crescimento
Pequenas variações nas formas ou isótopos da composição de oxigênio da estalagmite refletiam as variações no índice pluviométrico perto da caverna.
As proporções de elementos radioativos como urânio e tório permitiram que os pesquisadores fizessem a datação da estalagmite.
Ao comparar o registro de chuvas com os registros históricos da China, a equipe do cientista Pingzhong Zhang, da Universidade Lanzhou, descobriu que três das cinco dinastias que duraram muitos séculos – Tang, Yuan e Ming – acabaram depois de várias décadas de chuvas de monção mais fracas no verão, ou seja, um clima mais seco.
“Ventos de monção durante o verão têm origem no Oceano Índico e varrem a China”, afirmou Hai Cheng, um dos autores da pesquisa, da Universidade de Minnesota. “Quando a monção de verão é mais forte, empurra (os ventos) mais para o noroeste da China.”
A estalagmite cresceu de forma contínua até 2003
Estes ventos úmidos trazem a chuva necessária para o cultivo do arroz. Mas, quando a monção é fraca, as chuvas caem mais ao sul e ao leste, diminuindo no norte e oeste do país e afetando a safra do arroz.
“Outros fatores podem, certamente, ter afetado estes capítulos da história cultural da China, mas nossas correlações têm um papel importante”, escreveram os cientistas na revista Science.
Segundo os pesquisadores, as chuvas de monção mais fracas podem ter tido influência além da China. Os cientistas afirmam que um período de seca entre os anos de 850 e 940 coincidiu não apenas com o declínio da dinastia Tang, na China, mas também com a queda da civilização maia na América.
Influência humana
O aumento das chuvas de monção que ocorreu logo depois pode ter contribuído com o aumento rápido no cultivo do arroz, um aumento dramático na população e a estabilidade geral no início da dinastia Song, do norte da China.
Segundo os cientistas este arquivo natural mostra que a mudança climática pode ter efeitos devastadores em populações locais, mesmo quando esta mudança é suave.
Nos registros da caverna a monção seguiu tendências na atividade solar durante muitos séculos, sugerindo que o Sol teve um papel importante na variação deste sistema meteorológico.
Os registros das monções também combinam com o avanço e recuo das geleiras da Suíça.
Em uma escala mais limitada, as variações das monções também seguiram as temperaturas do hemisfério norte, em uma escala de séculos e milênios. Quando as temperaturas aumentavam, as monções ficavam mais fortes e, quando as temperaturas caíram, as monções enfraqueceram.
Mas, nos últimos 50 anos, esta relação mudou. Os cientistas afirmam que isto se deve à influência dos gases de efeito estufa e os aerossóis de sulfato liberados devido à atividade humana.
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Publicado por spereirac em Junho 19, 2009
Na continuação do Ciclo de Palestras Sociedades Secretas, que já acontece toda primeira quinta-feira do mês na Livraria Cultura do Shopping Bourbon, em São Paulo, agora é a vez dos Rosacruzes serem os analisados da noite.
A palestra, apresentada pelo jornalista e escritor Sérgio Pereira Couto, irá introduzir os interessados na filosofia Rosacruz, suas origens históricas, seus manifestos e suas ligações com o antigo Egito, bem como suas divisões atuais. A palestra contará ainda com um convidado rosacruz, que fará seus comentários em nome da Ordem e auxiliará nas análises de diversas imagens rosacruzes que serão apresentadas para o público com exclusividade.
NÃO PERCA MAIS ESTA PALESTRA.
CICLO SOCIEDADES SECRETAS – APRESENTADO POR SÉRGIO PEREIRA COUTO, AUTOR DOS LIVROS SOCIEDADES SECRETAS E SOCIEDADES SECRETAS – O SUBMUNDO.
QUINTA-FEIRA, 2 DE JULHO, ÀS 19:30 HS
Local: Livraria Cultura Bourbon Shopping Pompéia – Rua Turiassú, 2100 – São Paulo/SP
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Publicado por spereirac em Junho 17, 2009

O primeiro livro de Michael Drosnin
Mais um texto do livro ainda inédito sobre o Código da Bíblia.
Não é uma tarefa fácil desvendar a Bíblia. Prova disso é que muitos estudiosos sérios se dedicam ao assunto há anos e muitas conclusões diferentes foram publicadas ao longo dos anos. Ainda mais difícil é analisar os textos de videntes e adivinhos que prevêem grandes acontecimentos da história da humanidade, da Revolução Francesa à Primeira Guerra Mundial, da Revolução Russa à Segunda Guerra Mundial.
Textos como as Centúrias de Nostradamus, de acordo com seus pesquisadores, chegam mesmo a fazer referência aos fatos, porém com leves trocas de nomes e lugares. Por exemplo, para definir Hitler o nome utilizado na obra do profeta francês foi Hister. E muitos acreditam que Nostradamus acertou com uma diferença mínima, parecida com aquelas projetadas em pesquisas de opinião pública, ou seja, as predições possuem alguma margem de erro que pode muito bem ser desprezada em vista das circunstâncias.
Porém, de acordo com Michael Drosnin, o fabuloso Código da Bíblia apresenta tudo nos mínimos detalhes. O suposto texto intocado escrito há três mil anos possui, em seu escopo, termos como avião, torres gêmeas e bin Laden escritos dessa mesma maneira em versículos do Gênesis e outros livros do Pentateuco e disfarçados nas enormes matrizes que só mesmo o programa de computador do professor Eliyahu Rips pôde localizar.
E mais misterioso que o próprio código é descobrir como um software deste tipo foi liberado para uso irrestrito de um jornalista do The New York Times.
Incansável em sua missão como relator da verdade, Drosnin repete ao ponto da exaustão em seus livros que ele não acredita em Deus, é um judeu ateu (se é que tal coisa existe) e que só quer a verdade. Mas o leitor que se atreve a tentar desvendar o que ele quer dizer com isso simplesmente não entende por que é que um repórter tem que ficar na redação e no envio constante de cartas (um dos métodos mais em desuso atualmente) para grandes chefes de estado americanos e israelenses, alertando-os de seus achados constantes na matriz do Código. Não ser religioso é uma coisa, mas levar mensagens supostamente ocultas na Bíblia tão a sério a ponto de se imiscuir nos quartéis-generais de pessoas como Yasser Arafat, Bill Clinton e Ariel Sharon faz pensar no quanto certos profissionais abusam do status de jornalista.
Não que a situação não tenha um quê de cômica. De acordo com seus relatos no segundo livro, O Código da Bíblia – Contagem Regressiva, Drosnin não consegue ser levado a sério pelos seus próprios companheiros judeus, que acabam comparando-o (guardadas as devidas proporções, claro) com a história homérica de Cassandra de Tróia que, obtendo o dom da profecia do deus Apolo e recusando a se entregar a ele, foi condenada a prever o futuro e não ter uma só alma que acreditasse nela. Assim ela previu a queda de Tróia nas mãos dos gregos e foi uma das poucas que teria se salvado.
Do lado inimigo, por assim dizer, a coisa é bem diferente. Depois de muito insistir para obter um encontro com Arafat, as dúvidas de Drosnin sobre se este aceitaria profecias codificadas no livro sagrado do inimigo aumentaram significativamente. Para sua surpresa, não só Arafat acreditou piamente em tudo que o jornalista lhe revelara como o considerou um amigo por ter dado os avisos. Um dos oficiais ligados ao líder palestino acrescentou que Arafat era um crente em profecias e que, por mais que Drosnin se recusasse a assumir tal papel ou que explicasse todo o processo matemático por trás do Código (coisa estranha, já que ele nem matemático é), era como profeta que seria encarado pelos árabes.
Neste artigo faremos um resumo sobre as profecias encontradas nos dois primeiros volumes do Código e veremos algumas recapitulações históricas. Quem ler o original verá que Drosnin é muito inconsistente em suas pesquisas e que chega ao cúmulo de forçar a barra para o lado esotérico, apesar de se declarar ateu. Mais detalhes sobre isso e a dita “chave do Código”, um dado extra que revelaria mais sobre a natureza e sua “verdadeira” origem podem ser lidas com mais detalhes em futuros artigos.
O Assassinato de Yitzhak Rabin
Muito se falou sobre o assassinato do primeiro-ministro israelense que, junto com Yasser Arafat, prometia finalmente tornar a paz entre israelenses e palestinos uma realidade. A imagem imortal dos dois apertando as mãos sob o olhar do então presidente dos estados Unidos, Bill Clinton, foi uma das mais marcantes do ano de 1993.
Porém essa paz não durou muito. Ou melhor, não durou nada, pois foi quebrada quando em 4 de novembro de 1995 um judeu chamado Yigal Amir atirou contra o primeiro-ministro na cidade de Tel Aviv, a segunda maior de Israel.
Amir era um dos muitos judeus radicais que usam métodos tão extremos quanto os islâmicos radicais. Ele era contra a paz que Rabin forçava com os palestinos e o estopim para tal demonstração de radicalismo se deu quando Rabin assinou o Acordo de Oslo, pelo qual certas regiões em disputa pelos dois povos (notoriamente a Cisjordânia e a Faixa de Gaza) eram finalmente entregues aos cuidados de um deles.
Muitos israelenses, na época, ficaram chocados pelo ocorrido e mais ainda por ter partido de um deles. O funeral do político foi um acontecimento do qual muitos chefes de estado, incluindo Clinton e os presidentes do Egito, Hosni Mubarak, e da Jordânia, rei Hussein, compareceram. A imagem mais conhecida daquele fatídico dia foi a de uma folha de papel ensangüentada que ele segurava no dia com a letra da canção Shir Lashalom (Canção da Paz).
E é aí que começa a saga de Drosnin como profeta do Código da Bíblia. Em seu primeiro livro ele conta como voou para Israel em setembro de 1994 e encontrou-se com um amigo íntimo de Rabin em Jerusalém, o poeta Chaim Guri. Explicou em detalhes o que havia descoberto por si mesmo com o programa de computador do professor Rips e que a única vez em que o nome de Rabin aparecia completo, estava cruzado pela expressão “assassino que assassinará”.
Assim uma carta assinada pelo jornalista para Rabin foi entregue. Ele confessa em sua obra que tomou tal iniciativa porque já havia visto outros assassinatos codificados, entre eles os de Anwar Sadat, terceiro presidente do Egito morto em 1981, e os dos irmãos John e Robert Kennedy. Além desses outros fatos haviam sido encontrados no Código, que iam do Escândalo de Watergate até a bomba de Hiroshima, muitos deles descobertos por Rips e seus associados quando de seus estudos matemáticos.
No caso de Rabin, além das palavras já citadas, outras foram encontradas. O nome do assassino, Amir, também estava lá, além do nome da cidade onde aconteceu, Tel Aviv, e o que se tornaria um fato corriqueiro nas “investigações” do jornalista, uma frase inteira codificada: “ele abateu, ele matou o primeiro-ministro”. Até o ano em que o fato aconteceu, 5756 (que corresponde ao ano gregoriano de 1995).
Como a maioria dos leitores pode adivinhar, Rabin ignorou o aviso. De acordo com Drosnin, o próprio amigo do primeiro-ministro, Guri, teria dito: “Rabin não vai acreditar em você. Ele não é de modo algum um místico”.
Uma cópia da carta, entretanto, continua com o autor dos livros sobre o Código, que ele mostraria para provar aos demais chefes de estado contatados desde então que o que estava colocado no Código não era imutável, mas sim apenas avisos de alerta que poderiam ser evitados a partir do momento que se escolhesse assim fazê-lo. Drosnin vai, aos poucos, tornando-se uma figura de um profeta que usa o Código da Bíblia como um oráculo sem falhas e que dá detalhes com um grau de acurácia incrível. Uma atitude excêntrica para quem se diz ateu.
A Guerra do Golfo
O Golfo Pérsico foi palco de um conflito no ano de 1991 que mostrou ao público a verdadeira face de Saddam Hussein. Considerada um dos maiores massacres da história do Oriente Médio, envolveu o Kwait, o Iraque, os Estados Unidos e alguns outros países da região.
Tudo começou em julho de 1990 quando Hussein, então em pleno poder no Iraque, acusou o Kwait de causar a queda dos preços do petróleo. Para complicar a tensão entre os países o ditador iraquiano relembrou antigas brigas por questões de limites territoriais e passou a exigir indenizações. Com a recusa do Kwait em atender às exigências, no mês seguinte o país foi invadido por tropas iraquianas que tinham por missão permitir que Hussein controlasse os poços de petróleo do inimigo.
Como todo conflito internacional, logo a Organização das Nações Unidas se manifestou contra tal atitude e condenou a invasão. A situação piorou muito quando cerca de seis mil civis ocidentais tornaram-se reféns dos iraquianos e foram levados para áreas estratégicas das tropas de Hussein. Imediatamente a ONU impôs um boicote comercial, financeiro e militar ao Iraque. Hussein, em resposta e com a arrogância que lhe era característica, anexou o Kwait ao Iraque.
A exigência para que o Iraque abandonasse o Kwait até 15 de janeiro de 1991 marcou o início de uma mobilização de forças de 29 países, liderada pelos Estados Unidos. Entre os países que participaram da coalizão estavam a Grã-Bretanha, a França, a Arábia Saudita, o Egito e a Síria. Irã e a então União Soviética tentaram ainda um último esforço para estabelecer a paz na região, mas a guerra parecia inevitável.
O conflito, que não se tornou bem uma guerra de amplo alcance como muitos previam, cessou apenas em abril de 1991 quando o Iraque aceitou o cessar fogo decretado em fevereiro pelo então presidente norte-americano, George Bush (pai do atual, George W. Bush). O país sofreu ainda embargos econômicos das Nações Unidas por não apresentar seu armamento químico e bacteriológico, que duraria ainda mais algum tempo.
A descoberta da Guerra do Golfo na Bíblia aconteceu por obra e graça do Dr. Rips, o “decsobridor” do Código. Quando Drosnin sabe, por meio de um jovem oficial do serviço israelense, que Rips falara sobre o assunto três semanas antes do conflito começar e que conseguira dar a data exata para o começo, foi o suficiente para que o jornalista se atrevesse a conhecer mais do trabalho do matemático.
Narra Drosnin em seu primeiro livro que ele pedira a Rips que lhe mostrasse na Bíblia onde estava qualquer menção ao conflito. Em resposta o cientista ligou seu computador e carregou o programa do qual o próprio jornalista se tornaria usuário ávido algum tempo depois. Na matriz descoberta havia termos como “Hussein”, “Scuds”, “Inimigo” e “Guerra”. E como bônus frases como “Fogo no 3o dia de Shevat” (que corresponde a 18 de janeiro de 1991) e “Hussein escolheu um dia”. Tudo no mesmo trecho, o Capítulo 14 do Gênesis, onde, no texto aberto (ou seja, na parte que qualquer um pode ler) conta-se a história das guerras de Abraão contra os reinos vizinhos.
Misteriosamente Drosnin falha ao tentar explicar relação entre a data de 18 de janeiro e a Guerra do Golfo. Essa data, segundo Rips, foi a época em que o Iraque lançou o primeiro míssil Scud contra Israel. E essa era a única data encontrada antes que o conflito estourasse. E isso ocorreu três semanas antes do início do conflito.
Mais estranho ainda é um matemático insistir que apenas Deus poderia escrever algo assim.
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Publicado por spereirac em Junho 13, 2009
O pessoal que acompanha este blog já deve ter percebido que, de uma forma ou de outra, procuro sempre estar envolvido em eventos que ajudem na promoção de vários livro meus. O que não é fácil, pois a organização de tais eventos é trabalhosa e, por vezes, me diexa sem tempo nem de postar coisas novas por aqui.
Mas é necessário fazer um pequeno adendo. Afinal, muitas são as surpresas que estão sendo planejadas para o público. E este post servirá para atualizar apenas algumas delas.
Julho será o mês de pelo menos dois eventos significativos. O primeiro, que acontece no dia 11 (sábado), na Livraria Cultura do Shopping Bourbon, é a comemoração espcial do Dia Mundial do Rock, cujo convite e a programação já postei por aqui. Com o apoio da distribuidora de vídeo ST2 e da revista LEITURAS DA HISTÓRIA, da Editora Escala, o evento trará duas palestras minahs inéditas (histórias ds capas do rock e segredos e lendas do rock), um show inédito (Rainbow em 1977 em Munique com o Dio nos vocais) e uma brincadeira inédita envolvendo kits de brinde com camisetas, quadrinhos importados e exemplares da Leituras da História. Basta caçar as coincidências entre o álbum The Dark Side of The Moon e o filme O Màgico de OZ, que será exibido no telão. IMPEDÍVEL!
Por fim vale lembrar que agosto terá mais um evento de porte: o lançamento da Edição de Luxo do livro SOCIEDADES SECRETAS. O livro origina volta ao público em edição melhorada e com um acabamento que o produto merece. E para comemorar a ocasião teremos um novo jogo, desta vez aberto ao público, valendo brindes exclusivos. Fiquem ligados para maiores detalhes em breve.
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Publicado por spereirac em Junho 6, 2009
Enquanto o filme de Ron Howard continua a fazer com que os fãs de Robert Langdon aumentem, é hora de esclarecer alguns pontos. Afinal de contas, quem são os Illuminti? São a sociedade secreta retratada no filme ou são muito mais do que isso? Eles realmente odeiam a igreja católica?
Essas e outras pergunats serão respondidas nesta edição de número 20 da revista Leituras da História, da Editora Escala. Assinado por mim, o artigo desvenda as reais raízes históricas desta sociedade secreta e desmistifica alguns pontos que se tornaram padrão quando da publicação do livro de Dan Brown, antecessor de O Código da Vinci, mas no cinema apresentado como sequência.
Conheça a verdadeira história da organização secreta que tenta destruir a Igreja Católica no filme Anjos e Demônios, baseado no livro de Dan Brown. Aproveite e se aprofunde ainda mais noa ssunto com meu livro Sociedades Secretas – Illuminati e meus romances Sociedades Secretas e Sociedades Secretas – O Submundo, que trazem ainda mais informações sobre os mistieriosos “iluminados”. Garantia de informações livres de qualquer teoria da conspiração.
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Publicado por spereirac em Junho 5, 2009

Conversa com a platéia.
Pùblico aumentando e pessoas interessadas. Esse era o sentimento que se tinha quando observei a mais rcente palestra do Ciclo Sociedadesd Secretas. O pessoal chegou, sentou e se interessou a ponto de fazer muitas perguntas. Para um jornalista e escritor, como eu, não há nada mais gratificante do que o conttao com o público e perceber que as pessoas se interessam pelos eu trabalho.
Quando os eventos do ciclo começaram a intenção era aproximar o público interessado e mostrar que era possível conversar sobre o assunto sem cair na radicalização que as discussões sobre esoterismo geram. É uma pena que os membros das sociedades secretas ainda hesitem em aparecer em público para falar de seus grupos. Porém aqueles que se arriscam a aparecer o fazem com muito gosto. E a exibição dos documentários especiais mostra que há muito mais no assunto do que simpels curiosidade.
Como escritor e jornalista abro aqui o canal para que aqueles que já foram a uma palestra possam manter contato e frequentar as demais palestras marcadas. E se você, que lê este texto, ainda não foi numa, não sabe o que está perdendo. Reserve um espaço em sua agenda e venha conversar e debater conosco. Ainda teremos muito material inédito para mostrar.
E FIQUE DE OLHO: A PRÓXIMA PALESTRA ACONTECE DIA 2 DE JULHO. TEMA DA NOITE: OS INVISÍVEIS ROSACRUZES – AS DIFERENÇAS ENTRE OS ROSACRUZES ORIGINAIS E OS MODERNOS.
Local: Livraria Cultura Bourbon Shopping Pompéia – Rua Turiassú, 2100 – São Paulo/SP
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